quinta-feira, 24 de junho de 2010

Mendoza






Mendoza foi a nossa rota para voltar para casa depois do terremoto no Chile. Para quem chega em Santiago de avião, está perdendo a travessia entre Santiago e Mendoza. São horas de muita beleza e natureza. Pelo caminho se avista o Aconcagua, são quase sete mil metros de altura, sendo a segunda montanha mais alta do mundo. Outro lugar interessante é o que eles chamam de Caracoles. A pista faz um ziguezague interminável.
Não ficamos muito tempo em Mendoza, chegamos já quase anoitecendo, fomos até ao aerporto para comprar uma passagem para Buenos Aires e depois fomos para um hotel. O mais louco da cidade são essas valetas a ceu aberto, onde desde das montanhas o gelo congelado. Quero muito voltar a Mendoza para esquiar, o lugar deve ficar muito bonito no inverno!
Coloquei algumas fotos do passo de fronteira Cristo Redentor que fica a 4.000 metros.

1 comentários:

Francisco Antônio Vidal disse...

A passagem que usaste de Santiago a Mendoza se chama Cristo Redentor, pois lá em cima puseram um grande monumento parecido ao do Rio de Janeiro, com a diferença de que o Cristo está com uma das mãos estendida, e não os dois braços. O objetivo foi o de unir os dois países, tão bem separados pela cordilheira e por certas rivalidades.
O túnel que se usa hoje não existia na época, foi feito depois e ajudou muito a facilitar a comunicação internacional. Ainda existe o caminho ao Cristo, só fica a uma meia dúzia de km montanha acima, mas não é fácil ir a pé pois estamos aí com menos oxigênio e cada passo é um esforço. E de carro pode ser perigoso pois a estrada é de terra e muito íngreme, requer-se certa prática e sangue frio. Fuscas também não podem ir, por causa do funcionamento do motor a ar.
Coisas que aprendemos viajando.